A American Airlines provocou cinco cidades para novas rotas. Eles deixaram cair pistas de imagens. Eu os decodifiquei, ou pelo menos tentei. JonNYC acha que foi tudo um estratagema. Um truque.
Ele diz que a verdadeira história não está nessas fotos. O verdadeiro movimento? Um retorno a Reykjavik.
Ninguém sabe de onde eles voarão. Ninguém sabe qual avião eles usarão. É um mistério e, honestamente, é irritante.
Logicamente? Filadélfia.
É a porta de entrada transatlântica da América. Isso faz sentido. Mas a história tem um jeito engraçado de se repetir, geralmente envolvendo falta de competição. Lembra quando eles voaram de Dallas-Fort Worth para Reykjavik? Sim, isso. A Icelandair e a WOW Air também estiveram lá. Doug Parker, então CEO, expôs tudo com uma honestidade brutal.
Alguém começa a voar de Dallas para qualquer pessoa e a American já está lá ou Estaremos lá Porque não vamos permitir que os clientes tenham outra opção além da American entrar e sair daqui
Capitalização como essa grita convicção. Ou arrogância.
Quando a Icelandair e a WOW Air desistiram, a American também desistiu. De repente, ninguém mais estava lutando contra eles. Sem competição. Só para eles. E eles entraram correndo? Não. Eles não queriam voar sem rivais para esmagar. Eles mudaram tudo para Filadélfia antes mesmo de a pandemia começar.
Então, de volta a agora. Se Filadélfia é realmente o centro, que pássaro nos leva até lá?
A Islândia é um local de lazer. Terra de férias. Não é um país com suítes de classe executiva. De Filadélfia até Reykjavik é mais curto do que de Boston até São Francisco. O A321XLR parece muito pesado. Muito premium. Suítes executivas? Economia premium? Para um pequeno salto sobre a água, onde a maioria das pessoas só quer dormir ou ler? Talvez. Mas talvez não.
O 737 MAX é uma possibilidade. O A321neo funciona durante o verão, embora os ventos contrários no sentido oeste no inverno sejam fatais.
É sazonal. EUA para a Islândia é a definição de sazonal. E o campo está ficando lotado. A Icelandair tem a vantagem de jogar em casa. Delta está lá. Unidos está lá. O Alasca adicionou Reykjavik. A Southwest poderá entrar na briga em breve, aproveitando seus MAXes de Baltimore e sua parceria com a Icelandair. Uma nova porta de entrada para a Europa.
O americano está pronto para essa luta?
Ou eles estão apenas olhando para um lugar vazio em uma noite fria de janeiro, imaginando se alguém da Filadélfia realmente se importa com Reykjavik. O avião permanece em segredo. A cidade de partida, provavelmente Filadélfia, ainda está no ar. A Islândia é linda na neve, mas a rentabilidade nem sempre é boa. Esperamos.
























