A saga termina não com uma luta, mas com um acordo.

Depois de meses de guerras por e-mail, citações regulatórias e uma família sendo retirada de um avião em Missoula, a Alaska Airlines (e a Horizon Air) finalmente emitiu uma resolução. A companhia aérea não admite que violou a lei. Mas é passar cheques. E retornando milhas.

Para os viajantes que estão se perguntando como uma discussão sobre o processamento de passaportes se transforma em uma batalha legal, aqui está o resumo. Este caso destaca o atrito entre as definições rígidas do DOT de “recusa de embarque” e a realidade confusa dos atrasos na verificação de documentos.

Por que a família não se qualificou para compensação padrão por recusa de embarque

O conflito central começou com um voo de Missoula, Montana, para Vancouver. A família tinha documentos válidos. Mas o sistema do Alasca não conseguiu processá-los com rapidez suficiente.

Isso criou um efeito cascata.

  1. Eles perderam o voo original de primeira classe.
  2. Eles foram remarcados em um voo posterior, mas na classe econômica, não na Primeira Classe.
  3. O problema do documento ainda não foi resolvido, causando um segundo atraso no embarque.
  4. Finalmente, eles foram totalmente retirados do segundo vôo.

A família argumentou que se tratava de uma recusa de embarque involuntária. Eles citaram 14 C.F.R. Parte 175 (frequentemente confundida com a Parte 250 em termos leigos em relação a vendas excessivas). Eles também citaram os Regulamentos Canadenses de Proteção aos Passageiros Aéreos (APP R).

A Alaska Airlines recuou.

“As circunstâncias deste evento não atendem à definição constitucional de recusa de embarque involuntária.”

Por que? Porque os voos não foram vendidos em excesso.

A compensação regulamentar por recusa de embarque geralmente se aplica quando uma companhia aérea vende mais assentos do que os disponíveis. Essa é uma decisão de receita. Este foi um erro de processamento. Uma falha técnica. Na opinião da companhia aérea, não se pode citar penalidades por vendas excessivas devido a um gargalo burocrático.

O capitão os removeu em retaliação?

É aqui que a história fica tensa.

A família alegou que a remoção foi uma retaliação. Eles disseram que pediram o nome de um funcionário porque queriam registrar uma reclamação. Então eles foram expulsos do avião.

Alasca investigado. Eles conversaram com os comissários de bordo. O capitão. Liderança da estação.

O veredicto: Nenhuma evidência de retaliação.

A companhia aérea afirma que a remoção aconteceu porque a interação aumentou. A família tinha cartões de embarque com assentos desatualizados. A confusão se seguiu. A tripulação viu o argumento subsequente como uma recusa em seguir as instruções.

De acordo com o Contrato de Transporte, os passageiros devem cumprir as instruções da tripulação. A segurança é o trunfo. Se o capitão sentir que um passageiro está atrapalhando as operações, ele poderá negar o transporte.

“Foi baseado na avaliação da tripulação”, disse a companhia aérea. Não despeito. Procedimento.

Os detalhes da liquidação final

Então, o que a família ganha?

O Alasca não quer pagar o custo total das passagens de substituição da Delta. Eles não reembolsarão os US$ 2.530 gastos na Delta.

Mas eles estão pagando com boa vontade. Aqui está a matemática:

  • Pontos reembolsados: Todos os pontos Atmos usados ​​para os quatro bilhetes-prêmio da Primeira Classe estão de volta na conta da família.
  • Impostos e taxas: Reembolso total no método de pagamento original.
  • Reembolso de diferença tarifária: O Alasca calculou que suas passagens de primeira classe valiam US$ 477 por pessoa. Isso é $ 1.908 no total. A família gastou US$ 2.538 na Delta. O Alasca está cobrindo a diferença: $630.
  • Compensação de Goodwill: Embora digam que o APPR canadense não se aplica, eles estão pagando como se se aplicasse. Isso equivale a US$ 400 por passageiro. Quatro pessoas significam US$ 1.600.

Pagamento total em dinheiro: US$ 2.230.

Mais quatro códigos de desconto para viagens futuras.

Não é perfeito. A família ainda teve um dia arruinado. Mas é um número concreto.

O que isso significa para futuros viajantes

Se você tiver problemas com o processamento de documentos, lembre-se disso.

A companhia aérea pode dizer que não é culpa dela. O DOT pode concordar. Mas se você persistir e se o seu caso envolver inconvenientes significativos, as companhias aéreas às vezes negociam.

O Alasca admitiu que o serviço falhou. Eles admitiram que a comunicação foi interrompida. Eles até pediram desculpas por ignorar um e-mail anterior ao CEO.

Eles admitiram responsabilidade sob a lei federal? Não.

Eles pagaram? Sim.

Essa é a lacuna onde reside a maioria das resoluções. Não no livro de regras. Mas no livro-razão.